Graduação no Jiu Jitsu!

Publicado: novembro 30, 2013 em LUTADORES
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20131130-104409.jpgAté ontem  (sexta 29),  a responsabilidade era outra. Agora a expectativa é que os treinos sejam diferentes. Isso porque após 13 meses de trabalho, consegui passar pelo primeiro estágio na arte suave. Foi um período marcado por muito suor, falta de ar, dores musculares, hematomas e muita força de vontade. Calma, vamos por partes.

Comecei o Jiu Jitsu com o propósito de apenas fazer algum esporte para tentar emagrecer. Estava em meus 97 Kgs e no auge de minhas crises de bronquite, quando resolvi participar de um treino de Jiu na minha academia. Fui para o tatame curioso para ver se aguentaria o desafio.  5 minutos de aquecimento foram o suficiente para deixar claro que meu corpo estava totalmente despreparado para o treino e a falta de ar excessiva que sentia devido à bronquite, dificultavam ainda mais a qualidade de minha respiração, que à tornava ofegante para continuar qualquer proposta de exercício.

O Jiu Jitsu me apaixonou na primeira semana. Percebi que “a arte vai além da luta e a luta vai além da arte“. Aprendi que “ninguém faz sucesso sozinho” no tatame. Ficou extremamente claro para mim que, no Jiu Jitsu, “você cresce com o seu time e o seu time cresce com você“.

Os meses foram se passando e o treinamento foi amadurecendo. O equilíbrio passou a ser notado, força e respiração sofreram  uma transformação de controle e segurança, a dor passou de inimiga para aliada em treinos de superação e a força de vontade, que muitas vezes eram empurradas pelos nossos amigos de treino, ganhavam cada vez mais espaço em situações “impossíveis” de defesa.

Nesse 1 ano percebi que todos cresceram  físico e psicologicamente. Alias, foi uma transformação física geral, pois após 2 meses de treino, muitos iniciantes (como eu) já estavam com o peso adequado. Não foi diferente com o meu grande companheiro de treino, Fábio Amorim, que chegou no final de 2012 com sobre-peso. Hoje em dia, tanto ele quanto eu, estamos com os corpos estruturados e preparados para aguentar a maior parte dos desafios técnicos, psicológicos e físicos (Nem sempre, vai, rs).#maisoumenos            Ah, nossos “rolas” passaram a ser como uma luta de gladiadores em pleno coliseu. Praticamente a filosofia de vida ou morte (simbolicamente dizendo). #soquenão

A graduação foi uma mistura de emoção, felicidade, conselhos e palavras de incentivo de nosso mestre Rodrigo Brinco, onde liderou, construiu e treinou um time do zero, até completar a família que temos hoje, a qual tenho uma grande honra de fazer parte.

Avante para o próximo desafio. A jornada é longa e temos muito o que transpirar. Quem sabe ano que vem produzo com um post felicitando outros amigos, não?

Aqui vai me agradecimento em especial para o mestre Brinco, que liderou um time que levou juntamente com o treino, o compromisso técnico acompanhado pela garra, força e companheirismo.

Oss.

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Mestre Brinco e eu após a troca da faixa!!20131130-104439.jpg

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